“Escrever é como despir-se” eis-me pronta...


"Escrever é como despir-se. É impossível querer que as minhas palavras não me exponham, é inevitável que elas me arranquem peça por peça de roupa, e é muita ingenuidade achar que elas gerarão reações idênticas. As mesmas palavras que emocionam ou fazem rir, causam repulsa e contrariam. Geram polêmica e desconforto, da mesma maneira que confortam. E, de uma forma ou de outra, me tornam vulnerável. Escrever num blog tem sido, para mim, um exercício fascinante de nudez e de descoberta de partes de mim que estavam tão cobertas e protegidas que eu mesma desconhecia."

 Roberta Simoni

Realmente escrever é como despir-se, você se revela, se expõe... Mas escrever pra mim também é colocar pra fora os anjos e demônios que me habitam. Ando sentindo uma necessidade enorme de escrever, desabafar comigo mesma me ajuda a digerir, a entender... Isso me acalma, alivia a tensão, e pouco me importa que me exponha, saber o que se passa aqui dentro ninguém vai saber, cada um interpreta como pode ou consegue, mas escrever me é necessário, preciso me despir, libertar o que há de bom e ruim aqui dentro. Então não se assuste ao entrar aqui e me reconhecer, ou não me reconhecer, o fato é que preciso e vou escrever. 
Bem vindos a essa nova fase do Devaneios, onde ele realmente vai mostrar o que se passa aqui dentro dessa mente inquieta e desse coração ferido...
Se está aqui só para bisbilhotar, julgar e cuidar de uma vida que não é sua, saiba que não é bem vindo, se retire e não volte mais, vai cuidar de você que é seu bem maior, minha vida não é mais importante nem mais interessante que a sua. Não perca seu precioso tempo. Mas se está aqui sem maldade saiba que vou adorar sua companhia. 

Aline Motta

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