Opinião - Os oito odiados

2016 será o ano das adaptações literárias e junto aquela imensa lista de filmes que queremos ver tem o esperado "Os oito odiados". Na verdade eu nem estava tão animada mas o namorado da minha prima estava e resolvemos ir juntos. Se arrependimento matasse.... Ou melhor se eu já soubesse que odiaria talvez eu tivesse ficado em casa e feito pipoca. Como fizemos, eu e minha prima, no domingo.


O filme veio para completar o ciclo de filmes do Quentin Tarantino. Quero fazer uma ressalva que ainda não tinha visto nenhum filme do mesmo e até por isso me surpreendi com a quantidade de sangue. Tiros são a especialidade do Tarantino (é agora eu sei).

Ressalva: o filme de quase três horas de duração não é recomendado para menores de 18 anos. (Eu assisti sem saber disso mas não posso deixar de passar essa informação para vocês). Contém violência em todos os momentos.

Aí você me diz, Ingrid você amou Laranja Mecânica porquê não curtiu esse filme que tem tanta violência quanto? Primeiro, eu não assisti ao filme do Anthony Burgess e segundo eu achei o filme do Tarantino arrastado durante uns vinte minutos.

Durante uma nevasca, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles.

Eles saíram na nevasca de charrete e ficaram lá conversando (um verdadeiro jogo de palavras diplomático) durante uns bons vinte minutos (os mesmos que achei arrastado).
No armazém da Minnie encontramos todos os tipos de classes sociais (um negro, um mexicano, um xerife, um inglês...) e quando eles descobrem o passado sangrento de cada um deles a coisa começa a esquentar. E é aí que começa o modo Tarantino de fazer filme. Tiros por todo lado, brigas e xingamentos... Confesso que tem quem goste. Mas não é meu caso.
Aliás o filme de todo não é ruim. Serviu para me mostrar que não sirvo para assistir gênero Faroeste.



2 comentários

  1. Não tinha ouvido falar do filme e nem quero ver. kk
    Também não curto filme do gênero faroeste.
    Bjão

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  2. Ingrid vc se chocou porque não conhecia o estilo do Tarantino e ele não faz seu estilo, mas todos os filmes dele são assim, e eu quero assistir!!

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